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Economia de Moçambique


Na altura da sua independência, em 1975, Moçambique era um dos países mais pobres do mundo. O modelo de governo e a guerra civil pioraram a situação.

Em 1987, o governo empreendeu uma série de reformas macroeconómicas projetadas para estabilizar a economia. Estas providências, a par da ajuda externa e da estabilidade política desde as eleições, refletiram-se no aumento da taxa de crescimento do país.

A inflação foi reduzida a dígitos únicos durante o fim dos anos 90. Em 2007, a inflação reduziu para 8 por cento, enquanto o crescimento de PIB atingiu 7,5 por cento.

Apesar da melhoria assinalada, Moçambique permanece dependente da ajuda estrangeira, no que diz respeito à maior parte do seu orçamento anual, com a maior parte da população (70%, de acordo com o CIA – CIA – The World Factbook) a permanecer abaixo da linha de pobreza. A agricultura de subsistência continua a empregar a maior parte da força de trabalho do país. Um desequilíbrio comercial substancial persiste, embora a abertura da fundição de alumínio Mozal – o maior projeto de investimento estrangeiro do país até à data – tenha aumentado o lucro de exportação.

Uma parte substancial da dívida estrangeira de Moçambique foi reduzida pelo facto do país estar abrangido pelo programa dos Países Pobres Altamente Endividados do Fundo Monetário Internacional (HIPC).

Em Setembro de 2010 os cidadãos revoltaram-se depois de terem sido anunciados aumentos nos preços da água, eletricidade, combustível e no pão. Numa tentativa de diminuir o impacto negativo sobre a população, o governo implementou subsídios, reduziu  impostos e tarifas, e instituiu outras medidas fiscais. Moçambique cresceu a uma taxa média anual de 6% a 8% na década até 2013, uma das performances mais fortes da África. A capacidade de Moçambique para atrair grandes projetos de investimento em recursos naturais é esperada para abastecer um elevado crescimento nos próximos anos.

Fonte:
CIA – The World Factbook

   
     
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