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Melhorar a Saúde Materna na Guiné-Bissau


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A Realidade do País

O rácio de mortalidade materna é estimado em 700 mortes por cada 100 mil nascimentos, de acordo com um estudo de 2004 da UNFPA.

O acesso às consultas pré-natais é limitado e apenas 38% dos partos são assistidos por pessoas qualificadas.

As principais causas de mortalidade materna estão relacionadas com complicações obstétricas, como hemorragias, distocias, infecções, abortos, eclampsias agravadas por anemias e, em muitos casos, insuficiências nutricionais.

A falta de informação e os costumes tradicionais têm também como consequência gravidez precoce, frequente e a existência de múltiplos parceiros com efeitos nas doenças sexualmente transmissíveis e sida.

Fonte: Programme des Nations Unies pour le développement Guiné-Bissau

O que Está a ser Feito

As iniciativas de saúde têm, de uma forma geral, eixos cruzados. A campanha de Saúde Reprodutiva para os jovens, por exemplo, é um eixo de intervenção importante na redução da mortalidade materna. As acções de sensibilização junto das comunidades sobre o papel da mulher também têm impacto ao nível da saúde.

No que se refere concretamente aos partos e assistência na gravidez, está em curso uma estratégia de cuidados de urgência na obstetrícia.

Fonte: Programme des Nations Unies pour le développement Guiné-Bissau | Rapport Annuel 2008

O que Falta Fazer?

Uma das prioridades é a descentralização dos cuidados de saúde, de forma a permitir que as mulheres em meio rural, a maior parte da população, tenha acesso a assistência médica.

É igualmente importante desenvolver uma politica nacional de planeamento familiar e um reforço muito significativo dos cuidados prestados às grávidas quer no acompanhamento clínico, quer na garantia de uma nutrição e higiene adequada.

Fonte: Programme des Nations Unies pour le développement Guiné-Bissau | Rapport Annuel 2008

   
     
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