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Reduzir a Mortalidade Infantil em Cabo Verde


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A Realidade do Pais

A probabilidade de uma criança morrer nos primeiros 5 anos de vida diminuiu na década de 90, mas as taxas de mortalidade infantil ainda apresentam alguma irregularidade de ano para ano.

Em Cabo Verde “as doenças respiratórias agudas, diarreicas e as afecções perinatais constituem as principais causas de morbilidade e mortalidade infantil” (segundo o relatório apresentado por Cabo Verde em relação aos Objectivos do Milénio com enfoque no trabalho dos municípios).

As infecções por parasites, nomeadamente as diarreias, estão muito relacionadas com as limitações ao acesso a água potável, o saneamento básico e o regime de nutrição.

A mortalidade infantil é particularmente incidente no primeiro ano de vida e uma parte importante acontece a seguir ao nascimento. À semelhança do que acontece em todo o continente africano, os meios rurais são mais afectados do que os meios urbanos, muitas vezes por razões que se prendem com isolamento e falta de meios de apoio.

A mortalidade de crianças menores de 5 anos reduziu-se de 56 por mil no período 1988-1993 (IDSR/98) para 39 por mil em 2000 (RGPH, 2000) e para 33 por mil de 2000-2005 (IDSR-II). Essa evolução corresponde a uma redução de 41%.

Contudo, a meta de redução da mortalidade nas crianças em dois terços deverá, em 2015, corresponder a 18,7 por mil, o que requer esforços significativos.

Fontes: UNDP.ORG / UNDP.ORG_MUNICIPIO / UNDP.ORG.ODM4

O que Está a ser Feito?

O Programa de Governo (2001 -2005) preoconizou um conjunto de medidas visando a reforma do sector da saúde para alcançar objectivos com o a redução da mortalidade infantil para 20%.

No âmbito destas iniciativas, obtiveram-se resultados na promoção do acesso aos serviços de saúde, articulação racional entre os vários elementos do sistema de saúde e descentralização.

Foi aprovada em 2003 uma política nacional de saneamento.
As mães são encorajadas a amamentar os seus filhos como medida de saúde. A maioria dos bebés (98%) dos 0 aos 3 meses é alimentado com leito materno e 90% dos bebés dos 4 aos 6 meses também.

Foram criadas condições para o reforço do programa de vacinação e foram introduzidas novas vacinas, como a que é aplicada contra a hepatite B.

Fontes: UNDP.ORG / UNDP.ORG_INDICADORES / UNDP.ORG.ODM4

O que Falta Fazer?

Permanecem como preocupações do executivo a melhoria do acesso dos pobres à saúde, o estado de nutrição das crianças, o aumento da cobertura na distribuição de água potável, o saneamento básico e as condições de habitação das populações mais desfavorecidas.

Os principais desafios a vencer são os seguintes:

  1. Melhorar o conhecimento das infecções perinatais e adopção de novas estratégias durante a gravidez;
  2. Reforço da qualificação do pessoal de saúde e uniformização das normas de conduta dos serviços;
  3. Garantia da durabilidade do Programa de Vacinação;
  4. Aumentar o aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses através de um movimento de mobilização social;
  5. Redução das infecções causadas por falta de acesso a água potável;
  6. Educação da população em temas de saúde;
  7. Desenvolvimento de uma estratégia integrada de atenção ás doenças infantis e uniformização da prevenção.
   
     
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