voltar à pagina inicial
 
 
RSS Facebook Twitter
   

>> O País
>> História e Cultura
>> Economia
>> Tabela Estatística
>> Links Úteis
>> Notícias

>> Objetivos do Milénio
>> Sons e Imagens
>> Rádios
>> Curiosidades

Combater a SIDA, a malária e outras doenças em Cabo Verde


odm1 odm2 odm3 odm4 odm5 odm6 odm1 odm8

A Realidade do País

O primeiro registo de SIDA foi declarado em Cabo Verde em 1986 e, a partir desse ano, o número de casos aumentou continuamente. Em 1996, registavam-se 0,6 casos por cada 10 mil habitants e, em 2000, esse ratio passou para 1,8.

A taxa de mortalidade com causa na doença era de 1,1 por cada dez mil em 2003. A principal forma de transmissão é através de relações sexuais (90%).

A prevalência do VIH estimada na população geral foi de 0,8% em 2005 (IDSR-II, 2005), sendo de 1,1% nos homens e 0,4% nas mulheres. A tuberculose mantém-se endémica no país, determinado por atitudes e comportamentos, e condições socioeconómicas e de desenvolvimento adversos no geral. De acordo com os dados da Organização

Mundial de Saúde, o risco de infecção por tuberculose é de 1,5%, o que pressupõe uma incidência annual de 676 casos de doença. Segundo inquéritos realizados em 1999 e 2002, a cobertura da vacina BCG era, respectivamente, de 92,3 et 99,1%.

Fontes: UNDP.ORG

O que está a ser feito?

Entre 1989 e 1998, foram implementados planos de médio prazo na luta contra a sida.

Só em 2001 foi criado um quadro institucional único e multisectorial que coordena a luta contra a doença (CCSSIDA), sob supervisão directa do primeiro-ministro de Cabo Verde. O combate à sida recebeu, a partir de 2005-2006, apoios da banca e das organizações internacionais.

A segurança das transfusões de sangue são uma das mais importantes formas de prevenção do virus da sida. O país conta com três bancos de sangue que asseguram cobertura de cerca de 80% da população. Estão previstos bancos suplementares. Três centros de despistagem do virus, anónimos e voluntaries, estão em funcionamentos em três dos municípios mais importantes.

O Plano Estratégico de Luta contra a Tuberculose, desenvolvido entre 2002 e 2006, criou condições, segundo os observadores internacionais, para o combate bem sucedido à doença. Existe uma estrutura descentralizada de prevenção e tratamento, o que permite atenuar as assimetrias regionais no acesso aos cuidados de saúde. O país dispõe de uma rede de equipados para o despiste da tuberculose.

Fontes: UNDP.ORG.ODM6

O que falta fazer?

Apesar dos inquéritos revelarem que a população está, de forma geral, bem informada sobre a sida e as formas de transmissão, os comportamentos de risco persistem.

Em 1998, apenas 28,5% dos homens e mulheres entre os 15 e os 49 anos revelavam ter utiiizado preservativo na sua última relação sexual com um parceiro não-regular. 44% da população entre os 15 e os 44 anos tinha, no mesmo período, tido relações sexuais com parceiros não-regulares.
É difícil monitorizar a evolução da doença através de postos-sentinela.

Os principais obstáculos são:

  1. Baixo nível de educação, sobretudo entre jovens e mulheres;
  2. Conflito de valores tradicionais e modernos com consequência no aumento do consumo de drogas e alcóol;
  3. Precocidade das relações sexuais entre adolescentes;
  4. Práticas sexuais de risco sem protecção;
  5. Recursos técnicos e financeiros limitados no pais para suportar a terapia antiretroviral;

No que respeita ao combate à turberculose, há um trabalho a ser realizado ao nível dos municípios, para apoio aos doentes e famílias, mas também a necessidade de um forte investimento em infraestruturas de saneamento básico que reduzam a incidência do contágio. São igualmente necessários meios técnicos e financeiros para aquisição de equipamento, medicamentos e reactivos para os laboratórios.

Fontes: UNDP.ORG.ODM6

   
     
IPAD Fundação Calouste Gulbenkian Montepio Geral
 
Jogue aqui RSS Facebook Twitter Angola Moçambique Guine-Bissau Cabo Verde  S. Tomé e Príncipe Jovens Crianças